Os hotéis continuam a ser os estabelecimentos mais procurados, com 83,2%. As residenciais, com 7,4%, e as pensões, com 3,9%, completam o quadro. Mantém-se a mesma tendência relativamente às dormidas: hotéis (91,4%), residenciais (3,6%) e pensões (2,2%).
Sal continua a registar o maior acolhimento, com 42,9% das entradas. Seguem-se Boa Vista (29,7%) e Santiago (14,2%). O mesmo quadro se repete em relação às dormidas: Sal (50,7%) Boa Vista (38,2%) e Santiago (5,3%).
O Reino Unido, com 19,1% no total das 171.751 entradas, continua a ser o principal mercado emissor do turismo cabo-verdiano. A seguir surgem Portugal, Alemanha, França, e Itália, responsáveis por 15,2%, 12,8%, 12,3% e 10,5% das entradas, respectivamente. Quanto às dormidas, o Reino Unido domina com 26,8% do total das 1.055.793 registos, seguido da Alemanha, Portugal, Itália e França, com 15,5 e 11,7%, 10,5% e 9,3%, respectivamente.
Os residentes em Cabo Verde totalizaram 10,9% das entradas e 5,1% das dormidas. A maioria dos turistas provenientes do Reino Unido preferiram como destino as ilhas do Sal e da Boa Vista, o que representa 58,2% e 40,8% das dormidas, respectivamente, e escolheram como local de acolhimento os hotéis (99,0%).
Segundo os dados apurados pelo INE, os visitantes provenientes do Reino Unido continuam a ter maior permanência média em Cabo Verde (8,4 noites). A seguir estão os provenientes dos Países Baixos e da Alemanha, permanecendo em média, 7,3 e 7,2 noites, respectivamente. Os cabo-verdianos residentes permaneceram, em média, 2,8 noites nos estabelecimentos hoteleiros.
Durante o primeiro semestre de 2010, em média, a taxa de ocupação-cama, a nível geral, foi de 45%. Boa Vista foi a ilha com maior ocupação – cama (68%). Segue-lhe Sal, com 47% de ocupação.
Os hotéis foram os estabelecimentos hoteleiros com maior taxa de ocupação – cama, 54%. As pousadas e as residenciais representaram uma taxa de ocupação média de 24% e 20%, respectivamente.




